Neste desenho dos anos 90 feito no verso do convite pode ver-se, para além de
António Cândido Franco e do Professor António Quadros, o dono da livraria “UniVerso”
, o poeta e alfarrabista livreiro João Raposo Nunes no uso da palavra.✎
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terça-feira, 25 de abril de 2017
sábado, 14 de maio de 2016
terça-feira, 26 de abril de 2016
Arte de toalha
Estes desenhos nasceram durante um jantar em que a
conversa se inclinou, com alguns azedumes, sobre as touradas vs direitos dos
animais.
Recordo-me de estar a comer uma omelete de espargos
e, para minha desgraça, ter dito a um dos contendores “… pois, mas um bifinho
apesar de tudo vai…”.
Encontrei a salvação nos desenhos dos quais só encontro
estes.
Para memória
futura, num deles coloquei um toureiro com a cara de um dos convivas a levar
uma valente cornada. Isso pode explicar o seu desaparecimento. Era salvo erro o
último de uma série de 4.
segunda-feira, 4 de abril de 2016
sexta-feira, 25 de março de 2016
Desenhos vingativos 2
Gosto muito deste autorretrato dos anos 90. Foi
feito em Vilamoura, na sequência de um reparo acerca do tempo que eu demorava a
tirar as fotografias. Da série “desenhos vingativos”, portanto.
quarta-feira, 16 de março de 2016
Geografias interiores
clicar em Celestino Moreira escultura para visitar página
Nos anos 90 passei longas tardes a desenhar no
ateliê do meu pai que me pedira para lhe fazer a capa de um catálogo para uma
exposição. Este desenho é um desses estudos.
Na altura gostava de desenhar com “máscaras” de
papel. Como me parecem hoje estranhos esses desenhos. E como tenho saudades
dessas tardes antigas que só existem dentro de mim e em parte nestes esboços,
talvez.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
A menina e o gato
Gosto muito deste desenho. Foi feito nos anos 90 e
pertence a uma pequena série de 7 toda ela intitulada Menina com gato (este),
Menina com coelhinho, etc.
A aparente candura dos títulos esconde por vezes
uma faceta menos cândida da menina, que assim me pareceu estar mais de acordo
com a minha inspiradora, ou comigo nessa altura.
São desenhos feitos a olhar, excepção feita ao gato
porque nessa altura não tinha nenhum.
A cadeira e a menina são reais.
sábado, 20 de fevereiro de 2016
Anjos como os vejo
Sempre me lembro de desenhar anjos, enfim, como os vejo...
Estes são o resultado de estudos feitos durante o fim dos anos 90 e
princípios deste milénio. Foram dispostos sobre um papel e digitalizados todos
juntos. Acho que gosto do movimento.
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
segunda-feira, 13 de julho de 2015
Anos 90
Entre 1991 e 1992 desenhei dúzias de pequenos rectângulos
com o objetivo de fazer as capas das cassetes que ia gravando. Tenho-as
praticamente todas e ainda as ouço. Este é um desses desenhos ao estilo da
época, digamos assim. Servia de capa a uma gravação do Keith Jarrett.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Viajando por entre desenhos
Ao remexer nas gavetas, descubro este desenho já
antigo e onde ainda desenhei a cadela Zara. Reparo agora que fiz poucos
desenhos dessa extraordinária amiga que cometeu a proeza de ficar connosco até
aos 16 anos de idade. Por outro lado nunca parei de a fotografar.
Estávamos no Salgueiral perto de Coja, toda a gente
tinha mantas e fazia um frio épico…
Já a Madalena… foi sempre e continua a ser a minha “vítima”
preferida...
Agora tenho um crítico impiedoso que não deixa escapar nada…
segunda-feira, 29 de junho de 2015
Desenhos para adormecer
Quando o meu filho João era pequeno, só adormecia se eu lhe contasse uma história. O problema é que a história, inventada, tinha que ter um desenho que fosse aparecendo. Nunca percebi se eram as histórias que davam origem aos desenhos feitos de uma só vez ou o contrário. Talvez as duas coisas.
Tenho saudades do calor tépido da cabeça dessa jovem cria invadindo-me o ombro, à medida que ia adormecendo.
Está um dia bom para vasculhar gavetas. Só consegui encontrar alguns desses estranhos desenhos que intitularei Desenhos para adormecer.
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