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segunda-feira, 1 de maio de 2017
terça-feira, 25 de abril de 2017
✎
Neste desenho dos anos 90 feito no verso do convite pode ver-se, para além de
António Cândido Franco e do Professor António Quadros, o dono da livraria “UniVerso”
, o poeta e alfarrabista livreiro João Raposo Nunes no uso da palavra.✎
sexta-feira, 24 de junho de 2016
segunda-feira, 6 de junho de 2016
terça-feira, 26 de abril de 2016
Arte de toalha
Estes desenhos nasceram durante um jantar em que a
conversa se inclinou, com alguns azedumes, sobre as touradas vs direitos dos
animais.
Recordo-me de estar a comer uma omelete de espargos
e, para minha desgraça, ter dito a um dos contendores “… pois, mas um bifinho
apesar de tudo vai…”.
Encontrei a salvação nos desenhos dos quais só encontro
estes.
Para memória
futura, num deles coloquei um toureiro com a cara de um dos convivas a levar
uma valente cornada. Isso pode explicar o seu desaparecimento. Era salvo erro o
último de uma série de 4.
sexta-feira, 15 de abril de 2016
sexta-feira, 25 de março de 2016
Desenhos vingativos 2
Gosto muito deste autorretrato dos anos 90. Foi
feito em Vilamoura, na sequência de um reparo acerca do tempo que eu demorava a
tirar as fotografias. Da série “desenhos vingativos”, portanto.
terça-feira, 22 de março de 2016
Prazeres voláteis
Quando deixei de fumar cigarros com o virar do
século, os charutos tornaram-se uma paixão.
Apontamentos que hoje me parecem misteriosos,
registos de humidade e dos desvios dos higrómetros, eu sei lá… Desenhava
charutos de memória, tal era o encantamento.
Adoro estes desenhos feitos pelo meu filho João quando era pequeno. Sempre sorri ao vê-los.
Num deles apareço em modo de autorretrato de copo na mão.
quinta-feira, 10 de março de 2016
Desenhos vingativos
Este desenho, de 2009, nasceu de um amuo meu por os
amigos à mesa estarem todos a mexer numa parafernália de gadgets nos quais
mergulhavam, apenas emergindo para darem goles regulares nos respetivos copos.
A toalha de papel acolheu o meu desenho vingativo.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
A menina e o gato
Gosto muito deste desenho. Foi feito nos anos 90 e
pertence a uma pequena série de 7 toda ela intitulada Menina com gato (este),
Menina com coelhinho, etc.
A aparente candura dos títulos esconde por vezes
uma faceta menos cândida da menina, que assim me pareceu estar mais de acordo
com a minha inspiradora, ou comigo nessa altura.
São desenhos feitos a olhar, excepção feita ao gato
porque nessa altura não tinha nenhum.
A cadeira e a menina são reais.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
terça-feira, 15 de setembro de 2015
Finisterra de Carlos de Oliveira, um abrigo seguro para os meus desenhos.
Procurava desenhos dos anos 70, feitos por altura dos meus
18 ou 19 anos e sabia que apesar de algumas mudanças de casas e de vida a
melhor forma de os encontrar seria dentro dos livros, que mais coisa menos
coisa me acompanham em todas as transumâncias.
Fiquei muito satisfeito por ter descoberto estes, feitos com
a incontornável rotring da altura e logo nesta 1ª edição do Finisterra de
Carlos de Oliveira, ed. Sá da Costa, 1978.
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
Chaouen, anos 80
Gosto muito deste desenho. Tem a
data de Setembro de 1980 e foi feito em Marrocos, para onde tinha viajado de
carro com vinte e um anos.
Lembro-me dele como se fosse
hoje. Só tinha o caderno onde registava as impressões e uma caneta de tinta
preta… andei a apanhar terra e ervas para o tom castanho esverdeado.
Foi um marroquino que escreveu a
palavra Chaouen .
No caderno é este o texto que acompanhava o
desenho:
As orações, sulcos de sombras cavadas ao sol,
ganham o tempo, perdido nas janelas fechadas do rosto das mulheres. Elevam-se
por cima dos telhados, até à idade das montanhas.
Dedico esta postagem à Isabel, que na altura conduzia um dos carros e já não está connosco.
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
A criar barriguita
Este desenho, feito numa toalha de papel de um restaurante,
nasceu de uma observação que me irritou – qualquer coisa de estar a criar
barriguita. Ainda tinha bigode e deve ser de finais dos anos 80. O bigode
foi-se. Quanto ao motivo da irritação….confirmou-se. Moderadamente…
segunda-feira, 13 de julho de 2015
Anos 90
Entre 1991 e 1992 desenhei dúzias de pequenos rectângulos
com o objetivo de fazer as capas das cassetes que ia gravando. Tenho-as
praticamente todas e ainda as ouço. Este é um desses desenhos ao estilo da
época, digamos assim. Servia de capa a uma gravação do Keith Jarrett.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Viajando por entre desenhos
Ao remexer nas gavetas, descubro este desenho já
antigo e onde ainda desenhei a cadela Zara. Reparo agora que fiz poucos
desenhos dessa extraordinária amiga que cometeu a proeza de ficar connosco até
aos 16 anos de idade. Por outro lado nunca parei de a fotografar.
Estávamos no Salgueiral perto de Coja, toda a gente
tinha mantas e fazia um frio épico…
Já a Madalena… foi sempre e continua a ser a minha “vítima”
preferida...
Agora tenho um crítico impiedoso que não deixa escapar nada…
segunda-feira, 29 de junho de 2015
Desenhos para adormecer
Quando o meu filho João era pequeno, só adormecia se eu lhe contasse uma história. O problema é que a história, inventada, tinha que ter um desenho que fosse aparecendo. Nunca percebi se eram as histórias que davam origem aos desenhos feitos de uma só vez ou o contrário. Talvez as duas coisas.
Tenho saudades do calor tépido da cabeça dessa jovem cria invadindo-me o ombro, à medida que ia adormecendo.
Está um dia bom para vasculhar gavetas. Só consegui encontrar alguns desses estranhos desenhos que intitularei Desenhos para adormecer.
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